A indústria do marketing digital está passando por uma transformação curiosa e controversa: influenciadores criados com inteligência artificial estão conquistando espaço nas redes sociais — mas esse avanço também levanta questionamentos importantes.
O que está acontecendo?
Ferramentas avançadas de criação com IA estão possibilitando a produção de avatares virtuais hiper-realistas, como a cantora digital “Yuri”, com milhões de visualizações. Marcas se interessam por esses “influencers” porque são economicamente vantajosos, previsíveis e totalmente controláveis pelo setor comercial.
Entretanto, o uso desse tipo de recurso já começou a impactar negativamente os influenciadores humanos, cuja demanda vem caindo.
A resistência do público
Apesar do crescimento do uso de influenciadores gerados por IA, muitos jovens — especialmente da geração Z — demonstram certo rejeito a essas figuras digitais, preferindo o carisma autêntico das pessoas reais. Além disso, criar avatares de altíssima qualidade ainda é dispendioso e demorado, circunstâncias que limitam sua adoção em massa.
Por que isso importa?
Tema | Impacto no Mundo Digital |
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Marketing Virtual | As marcas buscam controle e eficiência com IA na substituição de influenciadores humanos. |
Questão de autenticidade | Público valoriza conexão emocional e naturalidade, fatores que avatares digitais ainda não conseguem replicar. |
Futuro da criação digital | O debate mostra que a adoção de tecnologia não elimina aspectos humanos essenciais como empatia e espontaneidade. |
Este tema está “bombando” e no centro das discussões atuais sobre autenticidade, tecnologia e ética no marketing digital.
Se quiser, posso criar uma versão visual desse artigo com uma imagem sem texto, como um avatar digital contrastando com um influenciador real — ideal para publicação no Instituto Digital Brasileiro ou nas redes!